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Nova estrutura de certificações da Anbima entra em vigor em 2026 e exige preparação dos bancários

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A partir de 9 de fevereiro de 2026, entra em vigor um novo ciclo de certificações profissionais no setor financeiro, instituído pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e regulamentado pela Portaria PrevIC nº 1.214.

As mudanças criam novos selos de certificação e preveem a migração gradual dos certificados atualmente em vigor, exigindo planejamento das instituições e mobilizando a categoria bancária.

Em articulação com a Contraf-CUT e os sindicatos de nossa base, a FETEC acompanha atentamente esse processo de transição, que terá impacto direto no trabalho dos bancários e na relação com os clientes. O novo modelo de certificação passa a ser organizado em três níveis principais:

Processo de migração e prazo de transição

A migração será conduzida conforme diretrizes da Anbima. Profissionais com certificações atuais poderão migrar para as novas opções compatíveis sem a necessidade de realizar novos exames, mediante a conclusão de microcertificações na plataforma Anbima Edu.

O processo de atualização será anual, com a transição principal prevista para 2026. É importante destacar que as certificações antigas permanecerão válidas apenas como fase de transição até 31 de dezembro de 2026. Após essa data, será obrigatória a adesão ao novo modelo para manter a regularidade no exercício das funções.

Contraf-CUT alerta para a necessidade de planejamento e apoio

A evolução do modelo exige não apenas preparo individual, mas, sobretudo, suporte das instituições bancárias. A coordenadora da COE do Santander e diretora de bancos públicos da FETEC-CU/SP, Wanessa Queiroz, em nome da Contraf-CUT, chama a atenção para a responsabilidade dos bancos nesse processo.

“É imprescindível que o banco forneça os cursos preparatórios e tempos adequados para que os bancários e bancárias possam realizar as atualizações das certificações Anbima e atender aos clientes neste momento de transição das novas certificações, em 2026”, afirma a coordenadora. Ela complementa: “Essa transição exige planejamento cuidadoso, apoio institucional e mecanismos que assegurem que a força de trabalho esteja preparada para atuar com qualidade durante o período de transição.”


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